Pessoal,
Acabei de verificar que a Guinness está em Promoção Pague 1 e Leve 2 no Pão de Açucar aqui em São Paulo. Cada lata sai por R$5,00. Vale a pena.

Aproveitem até durarem os estoques!
\o/
Pessoal,
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Aproveitem até durarem os estoques!
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Buenos Aires é uma cidade fantástica, tive a oportunidade de visitá 2 vezes e em situações bastante especiais. O que mais me animou, eu acho, é que sempre tinha amigos lá para me receber e mostrar os melhores lugares, nada mais justo dividir este conhecimento com vocês, amigos do Botecando.

Bar do La Puerta Roja, em Buenos Aires
Estava demorando pro Botecando visitar a Rua Augusta! Pra mim, esta é uma das melhores regiões para beber, encontrar amigos, conversar, assistir um show ou só passear. Adoro a Augusta.

Brahma trincando, no Táxi Bar
Hoje vamos falar sobre um dos meu botecos prediletos: o Taxi Bar. Ele é um botequinho na frente do Studio SP e do Beco. Encostei ali um dia para esperar alguns amigos e me proteger da chuva de fevereiro e pedi uma cerveja. A partir daí passei a ser fã do bar. A cerveja default 600ml (Skol, Brahma) sai por 5 reais, muito gelada. Há lanches feitos naquela chapa da hora, e uma galera muito gente boa no bar. Fiquei lá por horas trocando idéia com o Paulinho, que toca o bar e, quando percebi, já está conversando com todo mundo.
Encontrei este post do Central da Augusta que descreve bem o Paulinho e conta a história do bar: Táxi Bar.
Isso de ficar na frente do Studio e do Beco chama muita gente que está sozinha, esperando alguem ou só tomando uma cerveja mesmo. Vale a pena para conversar. Além de, claro, servir como um ótimo esquenta para o show em qualquer uma das casas.
Sou suspeito para falar, pois para mim qualquer lugar na Augusta é um rolê válido, mas quero ouvir mais histórias e coisas que já se passaram por lá. Estou até pensando em fazer um objetivo pessoal de conhecer, tomar uma e escrever sobre todos os botecos, padarias e becos da Augusta. Na minha última visita ao Taxi Bar descobri que outro lugar interessante para beber por lá é o take away chinês que tem por ali, mas vou visitá-lo um dia e escrevo aqui. Leia mais...
Voltamos a rotina de cupons de compra coletiva, desta vez fomos arriscar uns espetinhos e um balde de Devassas 600ml no Terraço dos Espetos, bem na chegada da Gabriel Monteiro na Rebolças.

Terraço dos Espetos
O estilo é de boteco mas lembra uma casa, mesas no corredor, uma parte interna e sempre um sonzinho ao vivo variado. Couvert detected! Mas justo: 4,00 reais. Uma dupla tocava e cantava MPB naquela ocasião, quando eles faziam uma pausa entrava um playback na mesma linha. Não sei ao certo a programação de lá, mas naquele dia estava rolando um MPB, no sentido mais amplo do termo, de Michel Teló e Ivete Sangalo aos grandes nomes da Tropicalia.
A breja tem um valor bom para a região, o balde com 4 garrafas Devassa sai por 20 conto. Os espetos saem meio caro pela qualidade, 4,00 reais a maioria deles; ou seja, prefiro e recomendo ir pra beber.
O serviço oscilou entre bom e aceitável, enquanto um garçom foi pró-ativo e nos deu uma dica sobre como pedir as cervejas (pagaríamos menos ao pedir baldes com 4 de uma vez), um outro quis tornar as coisas menos fáceis, complicando o que nos parecia muito simples, mas sem grandes problemas. Leia mais...
Olá pessoas, depois deste belíssimo post sobre a Páscoa eu vou compartilhar com vocês a visita que fiz, neste mesmo feriado. Enquanto o Derso estava lá bebendo cerveja com chocolate, eu estava na frente do computador procurando destinos próximos a São Paulo para fazer alguma coisa legal. Entre algumas opções que encontrei, estava a cidade de Socorro, cerca de 2h da capital, com algumas opções de turismo de aventura e coisas do tipo. Liguei para a Mayara e o Geo e combinamos de sair as 7 da manhã do sábado para fazer um rafting.
Recomendo Socorro para o esporte de aventura, é uma cidade mais próxima que Brotas e com bastante opção de turismo no Rio do Peixe. Logo depois de algumas horas remando no rio, recebemos um voucher de alguns chopps de graça em um Pub no centro da cidade. Fiquei ainda mais feliz!!!

Lubeck Pub, em Socorro

Harmonização de cerveja Colorado Demoiselle com chocolate Kopenhagen
Não sei como foi a infância de vocês, mas a minha semana santa sempre foi cercada de uns mitos meio esquisitos, tipo aqueles boatos que ninguém sabe de onde vem mas todo mundo espalha, algumas pessoas diziam que não deveríamos jogar futebol na sexta-feira santa porque apareceria sangue na quadra, algo parecido com o que aconteceria se as pessoas varressem suas casas (essa eu até curtia, porque minha mãe me liberava de ajuda-la a organizar a bagunça) e apesar de todas as duvidas ao redor desses mitos bizarros a certeza que sempre tive foi a de que no domingo de páscoa eu ganharia chocolates.
É preciso fazer um parênteses aqui, é sobre minha primeira lembrança de páscoa, aquela mais distante, a do meu primeiro ovo de chocolate. Eu devia ter cerca de cinco anos de idade e ainda acreditava no coelhinho quando na manhã de domingo fui acordado “involuntariamente” pelos meus pais enquanto eles tentavam colocar um OVO DE PÁSCOA embaixo do meu travesseiro enquanto eu dormia com a cabeça SOBRE o travesseiro, obviamente acordei e realmente acredito que qualquer ser humano desse planeta no meu lugar também acordaria, foi assim que descobri que o coelho não distribui ovos de chocolate e também que meus pais não são muito bons pra essas coisas, por isso fica a dica para os pais ou futuros pais, não tentem colocar um ovo de páscoa sob o travesseiro de seu filho, não rola, faça isso apenas se você estiver de saco cheio e não quiser sustentar uma mentira que nem ao menos foi inventada por você. ![]()
Leia mais...

A parte divertida do trabalho é essa!
Tomei vários puxões de orelha do Rafa pelo tempo que fiquei sem dar as caras num post por aqui. Isso soa particularmente doloroso, pois algum tempo atrás quem dava os puxões de orelha era eu. Então venho principalmente pra me desculpar, e contar o que andei fazendo nesse tempo longe dos posts.
Pra começar, eu diria que andei sim bem engajado com o site, mas atuando na parte de pesquisa e desenvolvimento, se por p&d todos entende-se que eu estava por aí frequentando bares e juntando material. Fruto dessa material foi a visita ao Be Seven, por exemplo.
De volta em casa, sentado na frente do computador, fiz algumas alterações no layout do site, para ficar mais interativo, e tenho mais algumas coisinhas preparadas pro futuro. Leia mais...
Essa comunidade nasceu pelo desejo de conhecer novos lugares, então quando a febre de sites de compra coletiva explodiu no país, tomamos como um sinal para viabilizar nossas excursões etílicas. Logo de cara compramos vários cupons que ofereciam canecos de chopp ou cervejas geladas com descontos generosos.

Viraram febre!
Graças a esses cupons que acabamos descobrindo delícias como o bolinho de costela do Excelentíssimo Botequim no Itaim, o ambiente aconchegante do Bar Dujuzé na Pompéia e os drinks caprichados do pessoal do Be Seven.
Porém não dá pra acertar sempre, e é preciso ficar bem atento às condições da oferta e ao local, pra não acabar em roubada. Não é todo estabelecimento que encara a coisa toda de compra coletiva como deveria, que é uma porta para atrair uma clientela nova, e acabam tratando os clientes que aparecem dessa forma com descaso.
Também tem que ficar atento às condições e datas de consumo da oferta, pra não acabar perdendo um cupom por não conseguir agendar ou esquecer da data de validade. Eu costumo deixar cadastrado na minha agenda do Google lembretes para todos meus cupons, assim recebo email alguns dias antes do vencimento de cada um.
Outra dica bacana é que a maioria dos sites presenteia o usuário com créditos por indicação, então quando pintar aquela oferta bacana, pode indicar para todos seus amigos que ainda não são cadastrados naquele site e garantir crédito para pegar a próxima na faixa (e dividir com esse amigo, quem sabe?) Leia mais...
Era uma quinta-feira, daqueles dias que seu trabalho se transforma num inferno e você só quer que o relógio chegue nas seis horas para poder correr pro bar mais próximo e virar uma gelada. Lembrei de um cupom que tinha na fila pra experimentar, perfeito. Ia ser ali mesmo, Be Seven, na Avenida Doutor Arnaldo – um tanto incomum, mas ponto pela proximidade do meu trabalho.

Bar do Be Seven
Começa então a maratona pra achar algum manolo pra me acompanhar nessa experiência etílica em terras desconhecidas e, pra combinar com o dia infernal que estava tendo, todos meus amigos e colegas de trabalho já tinham algo pra fazer, ou estavam muito longe, ou doentes e não ia rolar de colar no bar. Mas, quer saber vápraputaqueopariu sou alcólatra eu merecia uma gelada depois do dia que tive e resolvi ir sozinho mesmo pro bar, ao melhor estilo tiozão.
Foi aí que Alá resolveu recompensar o filho devoto e garantir uma noite du caralho! Sério, o barzinho é super legal, com uma galera muito gente fina, e uma pegada diferente. Mas estou me apressando, vamos com calma – molha o bico. Leia mais...

The Stumble Inn
Sem brincadeira, este bar merece muito a sua atenção…. Pense num bar que combina 100% com os ideais do Botecando. Cara este bar é o The Stumble Inn. Só tem um contra: ele está em Nova York. Mais precisamente na 2nd Ave com a 76th na ilha de Manhattan. Eu fico feliz só de lembrar deste bar para escrever este post. Vou explicar como tudo começou. Depois de um dia inteiro de andanças por Nova York, nosso jeito de fazer turismo – andar, andar e andar por lugares que os turistas normalmente não vão – andamos tanto que depois de um tempo nos vimos numa vizinhança residencial de Manhattan e, para nossa preocupação, não encontrávamos nenhum bar para poder nos refrescar com um caneco de cerveja. Já estávamos super preocupados com a situação, a sede já era muita e nenhum bar a vista. Foi daí que o Felipe teve a ideia de dar uma olhadinha no Foursquare para ver se tinha algum lugar com cerveja e o quão distante estava.
Para nossa felicidade, algumas quadras de onde estávamos tinha este The Stumble Inn. Um pub estiloso e cheio das recomendações. Não tivemos dúvida. Chegando lá ficamos maravilhados, estava tendo um jogo do Yankees e o bar estava agradavelmente cheio e com TVs com esporte por todos os lados. Ao fundo, algumas mesas de beer-pong, mesas numa varanda aberta (que não chegamos a conhecer porque estava chuviscando) e o que mais impressionou foi a receptividade do pessoal. Nós, únicos estrangeiros no bar, falando português e dando tips em reais conseguimos ganhar alguns shots de alguma coisa de graça. Estávamos acolhidos, estávamos em casa.